Juventude e as Artes
da Cidadania:
práticas criativas,
cultura participativa
e activismo

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Cenas do Gueto, Mocho Tá na Casa

À boleia da street art, a Quinta do Mocho soube dar a volta aos estereótipos, ressignificando a vida no gueto para exaltar as qualidades do território e de seus habitantes. “Cenas do Gueto, Mocho Tá na Casa” desmonta os discursos de que o bairro não tem cultura, talento, humanidade, ao mesmo tempo que aponta o dedo à exclusão, ao racismo, à violência policial, à pobreza. Gueto é cidade. Cultura se faz no gueto.

Este seriado de 27 episódios dá a conhecer os habitantes, os artistas e a história da Quinta do Mocho. São micro-documentários etnográficos realizados pelo antropólogo e sociólogo Otávio Raposo, editados pelo antropólogo Filipe Ferraz, e com conceção gráfica da antropóloga Gabriela Leal.

Esta série está integrada no projeto de investigação Artcitizenship, que pesquisa “territórios não-institucionais de construção da cidadania e de participação na esfera pública”, procurando compreender os elos entre arte, criatividade e agência política.

“Cenas do Gueto, Mocho Tá na Casa” é um projeto financiado pela FCT, uma parceria CICS.NOVA, NOVA FCSH, CIES-Iscte e CRIA. A produção é da Associação Wamãe I Antropologia Pública.

 

Facebook: https://www.facebook.com/cenasgueto

Instagram: @cenasdogueto

 

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Trailer – Cenas do Gueto, Mocho Tá na Casa

 

 

 

Destaq’Art – Artes da cidadania em destaque

Esta é uma rubrica semanal do ArtCitizenship em que damos visibilidade ao trabalho criativo de autoras e autores que têm colaborado de forma mais próxima connosco. O projecto criativo é destacado na medida em que corresponde a uma forma de exercício de cidadania e de participação política em torno de certas causas sociais.



#20 – Rui Eduardo Paes

Escritor, crítico de música, curador e formador, entende o trabalho que desenvolve nas suas variadas vertentes como serviço comunitário e serviço público. Partilha com Maria do Mar a direcção artística do Queer Fest e está envolvido na Open Call Amoras Silvestres, iniciativa de incentivo e promoção de artistas queer emergentes. É o editor da revista online Jazz.pt, programador na SMUP e no ciclo Jazz no Parque,  da Fundação de Serralves. Os seus mais recentes livros têm sido publicados pela Chili Com Carne, entre eles se destacando os dois volumes de “Bestiário Ilustríssimo”, “‘A’ Maiúsculo com Círculo à Volta”, “Anarco-Queer? Queercore!” e “O Fagote de Shatner”. Tem ainda actividade intermitente como artista sonoro/performer, enquanto elemento do projecto Astronauta Desaparecido, com dois álbuns editados, “Sound & Fury” (duas edições, Tragic Figures e A Besta) e “Virus From Outer Space” (A Besta).

follow: Rui Eduardo Paes  |  Queer Fest  |  @queerfestlx  |  Open Call Amoras Silvestres  |  @opencallamorassilvestres

 

[ Crédito da foto: Rui Silva ]

 


#19 – Matilde Real

As histórias são bálsamos, armas de fogo, subterrâneos do corpo. Procuro histórias pelo dia-a-dia dos outros: os seus lugares, movimentos de trabalho, as vidas que me contam e que criamos em conjunto. Dessas colaborações nascem novas histórias, instalações, rituais reais-inventados. Tenho trabalhado em escolas, numa prisão, num centro de refugiados e de momento em estufas de frutos vermelhos do concelho de Odemira, com migrantes da Índia e do Nepal.

Contacto: matildereal@hotmail.com

[ Crédito da foto: João Mariano ]


#18 – Raquel Lima

Raquel Lima (Lisboa, 1983-) é poeta, performer, arte-educadora, licenciada em Estudos Artísticos e doutoranda em Estudos Pós-Coloniais, em torno da oratura, escravatura e movimentos afrodiaspóricos. Colabora com o projeto de investigação “Post-Archive: Politics of Memory, Place and Identity” da FLUL e é membro do conselho consultivo do projeto de investigação “(DE)OTHERING – Desconstruindo o Risco e a Alteridade: guiões hegemónicos e contra-narrativas sobre migrantes/refugiados e “Outros internos” nas paisagens mediáticas em Portugal e na Europa” do CES. Tem apresentado o seu trabalho poético em vários países da Europa, América do Sul e África em eventos de literatura e performance, e lançou, em Outubro de 2019, o seu primeiro livro e áudio-livro de poesia intitulado Ingenuidade Inocência Ignorância (BOCA e Animal Sentimental). Integra, enquanto militante antirracista, o NAC – Núcleo Antirracista de Coimbra, a Yanda Panafrikanu e a UNA – União Negra das Artes.

follow: @raquel_palmira  |  facebook  |  youtube  |  poetry book  |  CES

 


#17 – António Jorge Gonçalves

Nasceu em Lisboa e vive desenhando-se a si e aos outros.

Através de novelas gráficas, cartoons políticos e espectáculos de desenho ao vivo

Chega todos os dias um bocadinho mais perto, um bocadinho mais longe.

follow:  @ajg_desenhador  |  facebook  |  site

 


#16 – Mynda Guevara

Vinda do bairro da Cova da Moura em Lisboa, Mynda Guevara carrega no nome e na atitude uma sede de revolução que está intimamente ligada ao papel ainda muito minimizado das mulheres no rap. O seu Rap , em crioulo , como forma de expressão verdadeira e emancipatória, tem vindo a conquistar uma posição de respeito, por força de uma lírica em reflexo do seu papel enquanto mulher, afro-descendente e rapper no seio de uma sociedade estratificada.

follow: @myndaguevara_oficial  |  YouTube

 


#15 – Rambóia com Moderação

“Rambóia com Moderação” é um projecto dos poliamorosos Cris, Mariana e Bruno, que se foca em não-monogamias, relacionamentos e sexualidade. Têm um podcast onde falam dos tópicos de forma informal, bem como uma página de instagram onde divulgam informação, publicam memes e mostram um bocadinho de como é viver fora da monogamia.

follow:  @ramboiacommoderação  |   linktree

 


#14 – Silvia Rodrigues

Como artista e ilustradora, o seu objetivo é criar imagens que promovam a saúde mental, uma relação descomplicada com o corpo e contar narrativas de mulheres. O seu trabalho é audaz e colorido. A ilustração tem sido o seu foco principal há mais de 9 anos. Estudou Design de Comunicação (FBAUL) e Ilustração e Banda Desenhada (Ar.Co.). É Mestre em Pintura (FBAUL, 2017). Publica e expõe regularmente em colectivas internacionais e a solo.
follow:  @silviarodrigues.me  |  www.silviarodrigues.me  |  hello@silviarodrigues.me

 


#13 – Maria Kopke

A luso-brasileira Maria Kopke é apaixonada por música, escrita, e feminismo, e se tiver que que escolher, escolhe os três. Mestranda em Estudos Comparatistas pela FLUL, formada em canto pela EAMCN e com experiência em Teatro Musical, olha para o mundo pelo filtro das questões de género, e narra-o em canções, ensaios, e contos. “Back to the Kitchen” é um de seus trabalhos mais recentes. Este projeto apresenta uma série de entrevistas realizadas pela artista ao longo de 2020, onde abordou diferentes temas relacionados com género e feminismo.

follow:  @mariakopke  |  Back to the Kitchen

 


#12 – A lake by the mõõn

Num manifesto contra as narrativas fatalistas e tech-optimistas sobre a crise climática, “A lake by the mõõn” convida-nos a prestar uma atenção profunda ao que o som tem para nos mostrar sobre o estado miserável do nosso planeta. Apresenta-nos uma palete sonora toda criada a partir de sons de animais em vias de extinção, oferecendo uma nova oportunidade de ouvir os sons de dor e desespero dos seres vivos que mais sofreram com a crise climática. O produtor e ativista Caldense transporta assim as vozes destes animais dos seus ecossistemas em colapso para um novo habitat sonoro de música electrónica orgânica. Na esperança que a sua música encoraje e seja um lembrete pro público que temos que lutar AGORA por uma vida digna para TODOS os seres vivos que habitam a Terra.

follow: @alakebythemoon  |   bandcamp  |  facebook

 


#11 – Campanha Linha Vermelha

A Campanha Linha Vermelha, desenvolvida pela Academia Cidadã, é uma campanha que nasceu em 2016 para sensibilizar a população para a exploração de petróleo e gás em Portugal. Durante 4 anos, tricotaram e desafiaram pessoas por todo o país, a tricotar Linhas Vermelhas. Estas Linhas Vermelhas simbolizam o limite de 1.5ºC de aquecimento de temperatura média do planeta, que não devemos ultrapassar. Representa um limite.

Em 2016 quando a campanha começou existiam 15 contratos para prospecção e exploração de combustíveis fósseis em Portugal. Hoje, todos os 15 contratos foram cancelados. A Campanha Linha Vermelha utiliza as artes manuais de tecer (tricô e crochê) para conversar com pessoas que normalmente não estariam tão familiarizadas com o tópico da Justiça Climática.

Agora, que cumpriu o seu objectivo, a Campanha Linha Vermelha está a reformular os seus objectivos para entender de que maneira poderemos continuar a ser úteis ao movimento pela justiça climática.

follow: @campanhalinhavermelha  |  site  |  facebook  |  youtube

 


#10 – Sleeperly

Arte de maquilhagem é, na sua essencia e paradoxalmente, revolucionária. Pode e não pode ser vendida. Na sua verdadeira forma o meu trabalho muitas vezes já desapareceu na altura em que é consumido. Lavado da minha cara, permanece apenas como uma representação bi-dimensional incapaz de capturar a verdadeira experiência do original. No entanto produtos de maquilhagem podem ser comprados, uma foto do meu trabalho pode ser impressa e vendida e tu podes pagar-me para te maquilhar, mas a photo não é o meu trabalho e a tua cara também vai ser lavada eventualmente. A maquilhagem está inserida numa industria com margens de lucro absurdas, enquanto que a verdadeira criação artistica gerada com maquilhagem não pode ser comprada ou mantida. Desta forma, faz pouco do capitalismo. É a derradeira forma de expressão artistica anti-capitalista.

follow: @sleeperly


#9 – Alex a.k.a. Plant Boy

O meu nome é Alex e sou o Plant Boy.

Algo muito importante para mim é expressar com a minha arte os meus problemas, mas também as minha vitorias como uma pessoa trans. A minha arte é normalmente centrada em stresses diários e lutas internas. Ao expor esta parte de mim que é tão privada espero ajudar pessoas a sentirem-se menos sozinhas. A maior parte das minha obras são extremamente pessoais, mas também gosto de fazer alguns comics engraçados sobre coisas do dia a dia. No fundo a minha arte é quase como um diário que partilho com todes.

follow: @plant__boy  |  https://thatplantboy.bigcartel.com/


#8 – nëss

nëss é um writer/singer não binárie, instrumentiste autodidata da Linha de Sintra. A partir de suas experiências que navegam através da dor, do perdão e da autodescoberta, nëss dá-nos a sua visão das suas memórias de infância em perspectiva actual, como forma de curar a si mesme. nëss já passou por vários palcos em Lisboa (ZDB, Damas, Musicbox, entre outros), Porto (Pérola Negra) e ainda o festival ITHAKA em Medellin, Espanha. Com um EP já lançado, nëss embarca num novo projecto liricamente mais directo com uma nova sonoridade de indie/folk cruzando com synths de dream pop. “restrictions when you try to make it and be” fala sobre o processo de descoberta como pessoa queer e sobre a sua visão acerca desse mundo.

follow: linktreesoundcloud | bandcamp | instagram


#7 – Raquel Smith-Cave

Raquel Silva aka Raquel Smith-Cave (Funchal, 1988), ativista queer feminista, poeta, investigadora, dj (Lobotomy), drag king (Joaquim Fónix) e uma apaixonada por todos as artes. Licenciada em Literatura e Cultura Inglesa/Norte-Americana, neste momento é mestranda em Sociologia no ISCTE e trabalhadora a recibos verdes. Em 2011 começou a editar de forma independente a CuntRoll Zine, uma fanzine colaborativa queer feminista, e desde então foi integrando vários coletivos/grupos activistas. Impulsionadora e co-fundadora do Festival Feminista de Lisboa e do projecto cultural Queer As Fuck, no qual desde 2017 vem criando espaços de ocupação, união, visibilidade, conhecimento e celebração da cultura e lutas LGBTQIA+ através de perspectivas interseccionais, eventos culturais e partilha de experiências não normativas.

follow: @raquelsmithcave  @queerasfuck.pt  @joaquimfonixx   https://www.facebook.com/takecontroll


#6 – Tinta dulce

Tinta dulce,

Disputando narrativas nas artes e nas ruas desde 2009, imigrante de Abya Yala, nómada, artista plástica, muralista, tatuadora, ilustradora e bruxa rabogenta, utiliza as artes gráficas como arma de resistência, como um conjuro para chamar e juntar as criaturas que resistem e existem a volta. Migrada em Portugal desde 2015 colaborou em quanto coletiva Las Piteadas com vários movimentos e organizações ativista com a criação de material gráfico para manifestações, concentrações, festivais, etc. Hoje em dia anda jogando bombas-sementes discursivas para derrubar o colonialismo incrustado em todo lado com projetos como “Resista Sur” e “Bruxitude”.

Instagram:   @tinta_dulce    @tinta_dulce_fareniente   @laspiteadas    @resistasur


#5 – Inês Tartaruga Água

ToxiCity – Ruptural performance/collective action for compost-humans

Inês Tartaruga Água (Válega, 1994) apresenta-se como artista desde os 5 anos, experimenta a academia na especialização de pintura (2012) e obtém grau de mestre em escultura (2019) pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. Artista multidisciplinar, centrada nas questões da ecologia profunda e da biopolítica, exploradora sonora e adepta da filosofia DIY bem como de práticas colaborativas e participativas em espaço público. Participa em exposições colectivas desde 2013, com destaque para a “XIII Bienal Internacional de Cerâmica Artística” (Aveiro, 2017), “Убежище / Suoja / Shelter Festival – Laboratory” (Helsínquia, 2019), «48 часов Новосибирск» (Sibéria, 2019), ou “Soundscapes” (Bahrain, 2019), e tem a sua primeira residência artística individual “Méhtēr: Matéria, Forma e Transformação” no Museu Júlio Dinis em Ovar (2018). Funda com Xavier Paes a editora DERMA, o colectivo REFLUXO e DIES LEXIC, com estreia internacional em Tuí, (2016), e um ano depois em Paris, Haia e Amsterdão. Integra o coletivo artístico internacional “Mycelium” (RU, DEN, IT, EUA e PT) e “MOSCXS” com sede no Porto.

https://cargocollective.com/inestartarugaagua


#4 – Lolo Arziki

Lolo Arziki é jovem cineasta, nasceu em Cabo Verde e cresceu em Portugal. Desenvolve o seu trabalho tratando temas como a sexualidade, a negritude, a inclusão social e a experimentação estética.

Relatos de uma rapariga nada púdica – https://vimeo.com/178958765

Apneia (vídeo art) – https://youtu.be/xjVlxstVsk4


#3 – Samantha Muleca

Muleca XIII é rimadora, compositora e intérprete além de ser pintora e educadora. Natural do Rio de Janeiro, começou sua trajetória no rap e no graffiti em 2006, e desde então é praticante dessas vertentes e ativa em projetos socioculturais através da arteeducação. Há seis anos na Europa, a MC, que costuma atuar em concertos, já dividiu palco com grandes nomes da rima e participou em festivais em Portugal, França e Espanha. Sua marca registrada é a métrica acelerada (fastflow) de alta profundidade sem pecar na qualidade melódica, e sua especialidade é a rima de improviso (freestyle). Integra o coletivo de artistas Comando S.E.L.V.A cuja sigla significa “segue na estrada livre e voa anonimamente”, seu grande lema de vida.

https://www.instagram.com/muleca13/


#2 – kali

in Fanzine Gato

“Entre um pássaro e um macaco, surgem vários animais pelos quais me fui metamorfoseando. Fui mutando na arte e na pedagogia, acreditando sempre que a descoberta parte de uma expressão. E fui chegando, procurando um meio híbrido, pandrogeno em constante transição.”
Música: Pássaro Macaco – Loop Station + electrónica+trompete e voz \ Panelas Depressão – baterista \ Decibélicas – trompete + electrónica \ Orquestra de Sopros e Electrónica – trompete + electrónica
Artes plásticas: #casadasartesdoalgoz #fiadeira #cantodobaú
https://cargocollective.com/kalimacaco/Perfil-Profile

#1 – cataestrófica

A cataestrófica é criadora de seres antropomórficos nas horas livres, pensando a sociedade e o dia-a-dia, através de uma abordagem reivindicativa e humorística, procurando esmiuçar uma miscelânea de temáticas – desde o feminismo, ao veganismo e anticapitalismo.

https://www.instagram.com/cataestrofica/

Artes da Cidadania em Conversa

“Artes da Cidadania em Conversa” é constituída por pequenos vídeos de entrevistas realizadas a um conjunto de interlocutores(as) para refletir sobre as temáticas da pesquisa.

Houve primeiramente uma longa Conversa com cada interlocutor(a), baseada num guião semiestruturado, na qual se gravou apenas o som para uma análise posterior. No final dessa partilha de saberes responderam a três questões face a uma câmara de filmar.

Interessa-nos a variedade de perfis, de sensibilidades, de discursos e de respostas. As artes, nas suas múltiplas formas de expressão, servem de fio condutor. 

Os novos vídeos serão divulgados uma vez por semana, à segunda-feira, no website do projeto ArtCitizenship. 

#46 – Clara Não (Ilustradora)

#45 – Kali (Artista, Panelas Depressão, passaromacaco)

#44 – Maria Mesquita (Ativista)

#43 – Andreia Coutinho (Ilustradora, ativista curatorial, FACA)

#42 – NËSS (Música, Ativista não-binária e Queer)

#41 – Alex aka plant_boy (Ilustrador)

#40 – Herlander (Músico, Artista)

#39 – Raquel Smith-Cave (CuntRoll Zine, Queer as Fuck, Festival Feminista de Lisboa)

#38 – BLEID (Música, Colectivo MINA)

#37 – Duarte Marques (Músico, Extinction Rebellion)

#36 – Alexa Santos (Assistente social & Feminista interseccional)

#35 – Gil Ubaldo (Activista, Justiça Climática)

#34 – Patrícia Carreira (Academia Cidadã, Encenadora & Realizadora)

#33 – Valentina Vargas (Ser humana & Artivista)

#32 – Maria Giulia Pinheiro (Dramaturga, Poeta, Slammer)

#31 – Bianca de Castro (Estudante & Ativista Climática)

#30 – Boris Nunes & João Desmarques (ATR + dUASsEMIcOLCHEIASiNVERTIDAS)

#29 – Raquel Moreiras (Activista e Estudante de Direito, Greve Climática)

#28 – João Costa (Campanha Linha Vermelha, Academia Cidadã)

#27 – Raquel Lima (Poeta, Arte-educadora e Investigadora de Estudos pós-coloniais)

#26 – Diogo Silva (2degrees artivism, Climáximo)

#25 – Alex Couto (Escritor, Publicitário)

#24 – Daniel Matos (Coreógrafo, Bailarino)

#23 – Carolina Elis (Artivista, Afro-feminista)

#22 – Rodrigo Vaiapraia (Músico, Performer)

#21 – Marianna Louçã (Estudante, Activista Climática)

#20 – Pavel Tavares (Artista audiovisual, Documentarista, Professor)

#19 – Pedro Figueiredo (Co-criador de The Worst Tours Porto)

#18 – Maria Kopke (Escritora, Performer, Cantora)

#17 – Luca Argel (Músico, Poeta)

#16 – Miguel Januário, aka ±MAISMENOS± (Artista)

#15 – Inês Tartaruga Água – Artista plástica

#14 – Melissa Rodrigues – Performer, Arte-educadora, Activista

#13 – Frankão, O Gringo Sou EU (Músico/Produtor)

#12 – Sinan Eden – Activista (Climáximo)

#11 – Gil Dionísio – Músico, Performer, Editor, Escritor

#10 – Surma – Artista

#9 – Rui Eduardo Paes – Crítico musical, Programador, Jornalista, especializado em Jazz e Música Improvisada

#8 – Mia Distonia – Writer, Performer, Musician

#7 – Ana Tica – Produtora Cultural & Realizadora

#6 – Andreia Galvão, Bernardo Alvares, Carmo Pereira

#5 – Maria do Mar – Música, Programadora, Professora

#4 – Rodrigo Gomes, Violeta Alexandre, Valdemar Dória

#3 – Kedy Santos – Artista, Mediador Cultural, Eng. Químico

#2 – Matilde Real, Alexandre Castro, Isabel Simões

#1 – Lila Fadista & João Caçador – Fado Bicha

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