Juventude e as Artes
da Cidadania:
práticas criativas,
cultura participativa
e activismo

marmaris escort Gmail antalya escort kemer escort bodrum escort

Destaq’Art – Artes da cidadania em destaque

Esta é uma rubrica semanal do ArtCitizenship em que damos visibilidade ao trabalho criativo de autoras e autores que têm colaborado de forma mais próxima connosco. O projecto criativo é destacado na medida em que corresponde a uma forma de exercício de cidadania e de participação política em torno de certas causas sociais.



#18 – Raquel Lima

Raquel Lima (Lisboa, 1983-) é poeta, performer, arte-educadora, licenciada em Estudos Artísticos e doutoranda em Estudos Pós-Coloniais, em torno da oratura, escravatura e movimentos afrodiaspóricos. Colabora com o projeto de investigação “Post-Archive: Politics of Memory, Place and Identity” da FLUL e é membro do conselho consultivo do projeto de investigação “(DE)OTHERING – Desconstruindo o Risco e a Alteridade: guiões hegemónicos e contra-narrativas sobre migrantes/refugiados e “Outros internos” nas paisagens mediáticas em Portugal e na Europa” do CES. Tem apresentado o seu trabalho poético em vários países da Europa, América do Sul e África em eventos de literatura e performance, e lançou, em Outubro de 2019, o seu primeiro livro e áudio-livro de poesia intitulado Ingenuidade Inocência Ignorância (BOCA e Animal Sentimental). Integra, enquanto militante antirracista, o NAC – Núcleo Antirracista de Coimbra, a Yanda Panafrikanu e a UNA – União Negra das Artes.

follow: @raquel_palmira  |  facebook  |  youtube  |  poetry book  |  CES

 


#17 – António Jorge Gonçalves

Nasceu em Lisboa e vive desenhando-se a si e aos outros.

Através de novelas gráficas, cartoons políticos e espectáculos de desenho ao vivo

Chega todos os dias um bocadinho mais perto, um bocadinho mais longe.

follow:  @ajg_desenhador  |  facebook  |  site

 


#16 – Mynda Guevara

Vinda do bairro da Cova da Moura em Lisboa, Mynda Guevara carrega no nome e na atitude uma sede de revolução que está intimamente ligada ao papel ainda muito minimizado das mulheres no rap. O seu Rap , em crioulo , como forma de expressão verdadeira e emancipatória, tem vindo a conquistar uma posição de respeito, por força de uma lírica em reflexo do seu papel enquanto mulher, afro-descendente e rapper no seio de uma sociedade estratificada.

follow: @myndaguevara_oficial  |  YouTube

 


#15 – Rambóia com Moderação

“Rambóia com Moderação” é um projecto dos poliamorosos Cris, Mariana e Bruno, que se foca em não-monogamias, relacionamentos e sexualidade. Têm um podcast onde falam dos tópicos de forma informal, bem como uma página de instagram onde divulgam informação, publicam memes e mostram um bocadinho de como é viver fora da monogamia.

follow:  @ramboiacommoderação  |   linktree

 


#14 – Silvia Rodrigues

Como artista e ilustradora, o seu objetivo é criar imagens que promovam a saúde mental, uma relação descomplicada com o corpo e contar narrativas de mulheres. O seu trabalho é audaz e colorido. A ilustração tem sido o seu foco principal há mais de 9 anos. Estudou Design de Comunicação (FBAUL) e Ilustração e Banda Desenhada (Ar.Co.). É Mestre em Pintura (FBAUL, 2017). Publica e expõe regularmente em colectivas internacionais e a solo.
follow:  @silviarodrigues.me  |  www.silviarodrigues.me  |  hello@silviarodrigues.me

 


#13 – Maria Kopke

A luso-brasileira Maria Kopke é apaixonada por música, escrita, e feminismo, e se tiver que que escolher, escolhe os três. Mestranda em Estudos Comparatistas pela FLUL, formada em canto pela EAMCN e com experiência em Teatro Musical, olha para o mundo pelo filtro das questões de género, e narra-o em canções, ensaios, e contos. “Back to the Kitchen” é um de seus trabalhos mais recentes. Este projeto apresenta uma série de entrevistas realizadas pela artista ao longo de 2020, onde abordou diferentes temas relacionados com género e feminismo.

follow:  @mariakopke  |  Back to the Kitchen

 


#12 – A lake by the mõõn

Num manifesto contra as narrativas fatalistas e tech-optimistas sobre a crise climática, “A lake by the mõõn” convida-nos a prestar uma atenção profunda ao que o som tem para nos mostrar sobre o estado miserável do nosso planeta. Apresenta-nos uma palete sonora toda criada a partir de sons de animais em vias de extinção, oferecendo uma nova oportunidade de ouvir os sons de dor e desespero dos seres vivos que mais sofreram com a crise climática. O produtor e ativista Caldense transporta assim as vozes destes animais dos seus ecossistemas em colapso para um novo habitat sonoro de música electrónica orgânica. Na esperança que a sua música encoraje e seja um lembrete pro público que temos que lutar AGORA por uma vida digna para TODOS os seres vivos que habitam a Terra.

follow: @alakebythemoon  |   bandcamp  |  facebook

 


#11 – Campanha Linha Vermelha

A Campanha Linha Vermelha, desenvolvida pela Academia Cidadã, é uma campanha que nasceu em 2016 para sensibilizar a população para a exploração de petróleo e gás em Portugal. Durante 4 anos, tricotaram e desafiaram pessoas por todo o país, a tricotar Linhas Vermelhas. Estas Linhas Vermelhas simbolizam o limite de 1.5ºC de aquecimento de temperatura média do planeta, que não devemos ultrapassar. Representa um limite.

Em 2016 quando a campanha começou existiam 15 contratos para prospecção e exploração de combustíveis fósseis em Portugal. Hoje, todos os 15 contratos foram cancelados. A Campanha Linha Vermelha utiliza as artes manuais de tecer (tricô e crochê) para conversar com pessoas que normalmente não estariam tão familiarizadas com o tópico da Justiça Climática.

Agora, que cumpriu o seu objectivo, a Campanha Linha Vermelha está a reformular os seus objectivos para entender de que maneira poderemos continuar a ser úteis ao movimento pela justiça climática.

follow: @campanhalinhavermelha  |  site  |  facebook  |  youtube

 


#10 – Sleeperly

Arte de maquilhagem é, na sua essencia e paradoxalmente, revolucionária. Pode e não pode ser vendida. Na sua verdadeira forma o meu trabalho muitas vezes já desapareceu na altura em que é consumido. Lavado da minha cara, permanece apenas como uma representação bi-dimensional incapaz de capturar a verdadeira experiência do original. No entanto produtos de maquilhagem podem ser comprados, uma foto do meu trabalho pode ser impressa e vendida e tu podes pagar-me para te maquilhar, mas a photo não é o meu trabalho e a tua cara também vai ser lavada eventualmente. A maquilhagem está inserida numa industria com margens de lucro absurdas, enquanto que a verdadeira criação artistica gerada com maquilhagem não pode ser comprada ou mantida. Desta forma, faz pouco do capitalismo. É a derradeira forma de expressão artistica anti-capitalista.

follow: @sleeperly


#9 – Alex a.k.a. Plant Boy

O meu nome é Alex e sou o Plant Boy.

Algo muito importante para mim é expressar com a minha arte os meus problemas, mas também as minha vitorias como uma pessoa trans. A minha arte é normalmente centrada em stresses diários e lutas internas. Ao expor esta parte de mim que é tão privada espero ajudar pessoas a sentirem-se menos sozinhas. A maior parte das minha obras são extremamente pessoais, mas também gosto de fazer alguns comics engraçados sobre coisas do dia a dia. No fundo a minha arte é quase como um diário que partilho com todes.

follow: @plant__boy  |  https://thatplantboy.bigcartel.com/


#8 – nëss

nëss é um writer/singer não binárie, instrumentiste autodidata da Linha de Sintra. A partir de suas experiências que navegam através da dor, do perdão e da autodescoberta, nëss dá-nos a sua visão das suas memórias de infância em perspectiva actual, como forma de curar a si mesme. nëss já passou por vários palcos em Lisboa (ZDB, Damas, Musicbox, entre outros), Porto (Pérola Negra) e ainda o festival ITHAKA em Medellin, Espanha. Com um EP já lançado, nëss embarca num novo projecto liricamente mais directo com uma nova sonoridade de indie/folk cruzando com synths de dream pop. “restrictions when you try to make it and be” fala sobre o processo de descoberta como pessoa queer e sobre a sua visão acerca desse mundo.

follow: linktreesoundcloud | bandcamp | instagram


#7 – Raquel Smith-Cave

Raquel Silva aka Raquel Smith-Cave (Funchal, 1988), ativista queer feminista, poeta, investigadora, dj (Lobotomy), drag king (Joaquim Fónix) e uma apaixonada por todos as artes. Licenciada em Literatura e Cultura Inglesa/Norte-Americana, neste momento é mestranda em Sociologia no ISCTE e trabalhadora a recibos verdes. Em 2011 começou a editar de forma independente a CuntRoll Zine, uma fanzine colaborativa queer feminista, e desde então foi integrando vários coletivos/grupos activistas. Impulsionadora e co-fundadora do Festival Feminista de Lisboa e do projecto cultural Queer As Fuck, no qual desde 2017 vem criando espaços de ocupação, união, visibilidade, conhecimento e celebração da cultura e lutas LGBTQIA+ através de perspectivas interseccionais, eventos culturais e partilha de experiências não normativas.

follow: @raquelsmithcave  @queerasfuck.pt  @joaquimfonixx   https://www.facebook.com/takecontroll


#6 – Tinta dulce

Tinta dulce,

Disputando narrativas nas artes e nas ruas desde 2009, imigrante de Abya Yala, nómada, artista plástica, muralista, tatuadora, ilustradora e bruxa rabogenta, utiliza as artes gráficas como arma de resistência, como um conjuro para chamar e juntar as criaturas que resistem e existem a volta. Migrada em Portugal desde 2015 colaborou em quanto coletiva Las Piteadas com vários movimentos e organizações ativista com a criação de material gráfico para manifestações, concentrações, festivais, etc. Hoje em dia anda jogando bombas-sementes discursivas para derrubar o colonialismo incrustado em todo lado com projetos como “Resista Sur” e “Bruxitude”.

Instagram:   @tinta_dulce    @tinta_dulce_fareniente   @laspiteadas    @resistasur


#5 – Inês Tartaruga Água

ToxiCity – Ruptural performance/collective action for compost-humans

Inês Tartaruga Água (Válega, 1994) apresenta-se como artista desde os 5 anos, experimenta a academia na especialização de pintura (2012) e obtém grau de mestre em escultura (2019) pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. Artista multidisciplinar, centrada nas questões da ecologia profunda e da biopolítica, exploradora sonora e adepta da filosofia DIY bem como de práticas colaborativas e participativas em espaço público. Participa em exposições colectivas desde 2013, com destaque para a “XIII Bienal Internacional de Cerâmica Artística” (Aveiro, 2017), “Убежище / Suoja / Shelter Festival – Laboratory” (Helsínquia, 2019), «48 часов Новосибирск» (Sibéria, 2019), ou “Soundscapes” (Bahrain, 2019), e tem a sua primeira residência artística individual “Méhtēr: Matéria, Forma e Transformação” no Museu Júlio Dinis em Ovar (2018). Funda com Xavier Paes a editora DERMA, o colectivo REFLUXO e DIES LEXIC, com estreia internacional em Tuí, (2016), e um ano depois em Paris, Haia e Amsterdão. Integra o coletivo artístico internacional “Mycelium” (RU, DEN, IT, EUA e PT) e “MOSCXS” com sede no Porto.

https://cargocollective.com/inestartarugaagua


#4 – Lolo Arziki

Lolo Arziki é jovem cineasta, nasceu em Cabo Verde e cresceu em Portugal. Desenvolve o seu trabalho tratando temas como a sexualidade, a negritude, a inclusão social e a experimentação estética.

Relatos de uma rapariga nada púdica – https://vimeo.com/178958765

Apneia (vídeo art) – https://youtu.be/xjVlxstVsk4


#3 – Samantha Muleca

Muleca XIII é rimadora, compositora e intérprete além de ser pintora e educadora. Natural do Rio de Janeiro, começou sua trajetória no rap e no graffiti em 2006, e desde então é praticante dessas vertentes e ativa em projetos socioculturais através da arteeducação. Há seis anos na Europa, a MC, que costuma atuar em concertos, já dividiu palco com grandes nomes da rima e participou em festivais em Portugal, França e Espanha. Sua marca registrada é a métrica acelerada (fastflow) de alta profundidade sem pecar na qualidade melódica, e sua especialidade é a rima de improviso (freestyle). Integra o coletivo de artistas Comando S.E.L.V.A cuja sigla significa “segue na estrada livre e voa anonimamente”, seu grande lema de vida.

https://www.instagram.com/muleca13/


#2 – kali

in Fanzine Gato

“Entre um pássaro e um macaco, surgem vários animais pelos quais me fui metamorfoseando. Fui mutando na arte e na pedagogia, acreditando sempre que a descoberta parte de uma expressão. E fui chegando, procurando um meio híbrido, pandrogeno em constante transição.”
Música: Pássaro Macaco – Loop Station + electrónica+trompete e voz \ Panelas Depressão – baterista \ Decibélicas – trompete + electrónica \ Orquestra de Sopros e Electrónica – trompete + electrónica
Artes plásticas: #casadasartesdoalgoz #fiadeira #cantodobaú
https://cargocollective.com/kalimacaco/Perfil-Profile

#1 – cataestrófica

A cataestrófica é criadora de seres antropomórficos nas horas livres, pensando a sociedade e o dia-a-dia, através de uma abordagem reivindicativa e humorística, procurando esmiuçar uma miscelânea de temáticas – desde o feminismo, ao veganismo e anticapitalismo.

https://www.instagram.com/cataestrofica/

Artes da Cidadania em Conversa

“Artes da Cidadania em Conversa” é constituída por pequenos vídeos de entrevistas realizadas a um conjunto de interlocutores(as) para refletir sobre as temáticas da pesquisa.

Houve primeiramente uma longa Conversa com cada interlocutor(a), baseada num guião semiestruturado, na qual se gravou apenas o som para uma análise posterior. No final dessa partilha de saberes responderam a três questões face a uma câmara de filmar.

Interessa-nos a variedade de perfis, de sensibilidades, de discursos e de respostas. As artes, nas suas múltiplas formas de expressão, servem de fio condutor. 

Os novos vídeos serão divulgados uma vez por semana, à segunda-feira, no website do projeto ArtCitizenship. 

#46 – Clara Não (Ilustradora)

#45 – Kali (Artista, Panelas Depressão, passaromacaco)

#44 – Maria Mesquita (Ativista)

#43 – Andreia Coutinho (Ilustradora, ativista curatorial, FACA)

#42 – NËSS (Música, Ativista não-binária e Queer)

#41 – Alex aka plant_boy (Ilustrador)

#40 – Herlander (Músico, Artista)

#39 – Raquel Smith-Cave (CuntRoll Zine, Queer as Fuck, Festival Feminista de Lisboa)

#38 – BLEID (Música, Colectivo MINA)

#37 – Duarte Marques (Músico, Extinction Rebellion)

#36 – Alexa Santos (Assistente social & Feminista interseccional)

#35 – Gil Ubaldo (Activista, Justiça Climática)

#34 – Patrícia Carreira (Academia Cidadã, Encenadora & Realizadora)

#33 – Valentina Vargas (Ser humana & Artivista)

#32 – Maria Giulia Pinheiro (Dramaturga, Poeta, Slammer)

#31 – Bianca de Castro (Estudante & Ativista Climática)

#30 – Boris Nunes & João Desmarques (ATR + dUASsEMIcOLCHEIASiNVERTIDAS)

#29 – Raquel Moreiras (Activista e Estudante de Direito, Greve Climática)

#28 – João Costa (Campanha Linha Vermelha, Academia Cidadã)

#27 – Raquel Lima (Poeta, Arte-educadora e Investigadora de Estudos pós-coloniais)

#26 – Diogo Silva (2degrees artivism, Climáximo)

#25 – Alex Couto (Escritor, Publicitário)

#24 – Daniel Matos (Coreógrafo, Bailarino)

#23 – Carolina Elis (Artivista, Afro-feminista)

#22 – Rodrigo Vaiapraia (Músico, Performer)

#21 – Marianna Louçã (Estudante, Activista Climática)

#20 – Pavel Tavares (Artista audiovisual, Documentarista, Professor)

#19 – Pedro Figueiredo (Co-criador de The Worst Tours Porto)

#18 – Maria Kopke (Escritora, Performer, Cantora)

#17 – Luca Argel (Músico, Poeta)

#16 – Miguel Januário, aka ±MAISMENOS± (Artista)

#15 – Inês Tartaruga Água – Artista plástica

#14 – Melissa Rodrigues – Performer, Arte-educadora, Activista

#13 – Frankão, O Gringo Sou EU (Músico/Produtor)

#12 – Sinan Eden – Activista (Climáximo)

#11 – Gil Dionísio – Músico, Performer, Editor, Escritor

#10 – Surma – Artista

#9 – Rui Eduardo Paes – Crítico musical, Programador, Jornalista, especializado em Jazz e Música Improvisada

#8 – Mia Distonia – Writer, Performer, Musician

#7 – Ana Tica – Produtora Cultural & Realizadora

#6 – Andreia Galvão, Bernardo Alvares, Carmo Pereira

#5 – Maria do Mar – Música, Programadora, Professora

#4 – Rodrigo Gomes, Violeta Alexandre, Valdemar Dória

#3 – Kedy Santos – Artista, Mediador Cultural, Eng. Químico

#2 – Matilde Real, Alexandre Castro, Isabel Simões

#1 – Lila Fadista & João Caçador – Fado Bicha

Website desenvolvido por Bagabaga Studios